fitness mudou: performance, dados e comunidade definem a nova era do treino em 2026

Depois de alguns anos longe das publicações, o AMRAP News está de volta. E o cenário fitness retornou muito diferente daquele que existia antes da pandemia.

O mercado global vive hoje uma transformação profunda: as pessoas não treinam mais apenas por estética. Performance, longevidade, recuperação, saúde mental e senso de comunidade passaram a ser fatores centrais para atletas amadores e profissionais.

Ao mesmo tempo, modalidades como HYROX, CrossFit, corrida híbrida, treino funcional e esportes de resistência ganharam força em uma velocidade impressionante.

A explosão do HYROX e da “fitness racing”

Se existe uma modalidade que representa o momento atual do fitness mundial, ela provavelmente é o HYROX.

O esporte mistura corrida com estações funcionais — sled push, wall balls, remo, farmer carry, burpees e lunges — criando um formato altamente competitivo, mas ao mesmo tempo acessível para atletas comuns.

Segundo dados oficiais do HYROX, a modalidade já ultrapassou 550 mil atletas em mais de 80 eventos globais na temporada 2024/2025. (HYROX)

A popularidade cresceu tanto que a imprensa internacional já trata o HYROX como “o novo fenômeno do fitness global”. (ELLE)

O motivo é simples:

  • menos técnica olímpica do que o CrossFit tradicional;
  • treinos altamente mensuráveis;
  • forte apelo de comunidade;
  • mistura perfeita entre endurance e força;
  • eventos com atmosfera semelhante a festivais esportivos.

A tendência híbrida — força + cardio no mesmo treino — virou praticamente o padrão da nova geração fitness. (New York Post)

CrossFit entra em uma nova fase

O CrossFit Games continua extremamente relevante, mas o ecossistema amadureceu.

Hoje o foco parece menos “extremo” e mais sustentável:

  • melhora de performance;
  • saúde de longo prazo;
  • mobilidade;
  • recuperação;
  • progressão consistente.

O próprio CrossFit vem reforçando treinamento estruturado e progressões para movimentos técnicos antes do Open 2026. (CrossFit)

Além disso, estudos e análises do mercado mostram que a força da comunidade CrossFit continua sendo um diferencial enorme de retenção. (The Defiant Co)

Outro dado importante: o Brasil segue como um dos maiores mercados globais do CrossFit, com enorme crescimento na América Latina nos últimos anos. (Market.us Media)

O fitness ficou orientado por dados

Se antes relógios esportivos eram acessórios, hoje eles são praticamente treinadores pessoais.

Wearables como Garmin, Whoop, Oura Ring e novos sistemas com IA estão transformando a maneira como atletas treinam e recuperam. (ACSM)

As principais métricas que dominaram 2025 e seguem fortes em 2026:

  • HRV (variabilidade cardíaca);
  • recuperação;
  • qualidade do sono;
  • carga de treino;
  • readiness score;
  • stress tracking;
  • análise automática de fadiga.

A grande mudança é que os aplicativos agora começam a ajustar treinos automaticamente conforme:

  • sono;
  • estresse;
  • recuperação;
  • viagens;
  • fadiga acumulada.

Ou seja: a inteligência artificial finalmente começou a entrar no treinamento esportivo de forma prática. (Vora)

Recuperação virou prioridade

Outro movimento global extremamente forte é a valorização da recuperação.

Em vez da cultura do “treinar até quebrar”, o mercado agora fala sobre:

  • longevidade;
  • consistência;
  • prevenção de lesões;
  • recuperação inteligente.

Isso impulsionou:

  • botas de compressão;
  • terapias de frio;
  • saunas;
  • monitoramento de sono;
  • suplementação focada em recuperação;
  • estratégias de mobilidade.

A recuperação deixou de ser “descanso”. Ela virou parte oficial da performance. (The National)

A estética mudou: menos “shape perfeito”, mais capacidade atlética

Talvez essa seja a maior mudança cultural do fitness atual.

A nova geração valoriza:

  • correr bem;
  • levantar peso;
  • ter resistência;
  • movimentar-se com qualidade;
  • completar provas;
  • viver experiências esportivas.

Eventos esportivos passaram a funcionar também como estilo de vida e identidade social.

As pessoas querem:

  • medalhas;
  • tempos;
  • desafios;
  • comunidades;
  • viagens esportivas;
  • experiências coletivas.

E isso explica o crescimento simultâneo de:

  • HYROX;
  • corridas de rua;
  • trail running;
  • triathlon;
  • CrossFit;
  • academias boutique;
  • grupos de treino.

O que esperar dos próximos anos?

As tendências mais fortes para os próximos ciclos parecem ser:

1. Fitness híbrido

Treinos combinando força, endurance e funcionalidade continuarão crescendo.

2. IA aplicada ao treino

Planilhas e treinos cada vez mais personalizados por biometria.

3. Recuperação inteligente

Sono, HRV e recuperação terão quase o mesmo peso que o treino.

4. Fitness social

As pessoas querem treinar juntas, competir juntas e compartilhar jornadas.

5. Performance sustentável

Menos extremos. Mais consistência.


O AMRAP News retorna justamente em um momento em que o fitness deixou de ser apenas academia e virou cultura, comunidade, tecnologia e estilo de vida.

E honestamente: talvez nunca tenha sido tão interessante acompanhar este mercado.

Fontes

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Os 7 melhores tênis de corrida da Skechers

Contra concorrentes de peso como a Saucony e a New Balance, a Skechers ainda não tem as raízes tradicionais de corrida de 100 anos de alguns de seus concorrentes. Embora a Skechers ainda seja uma empresa bebê (em relação a outras) e sua influência no mercado de tênis de corrida seja ainda mais recente, a empresa se tornou uma concorrente na corrida pelo domínio dos tênis de corrida.

Melhores tênis de corrida Skechers

A Skechers foi lançada em 1992 e saltou de cabeça para a era grunge com, é claro, uma grande bota de combate preta. Sua popular linha de tênis Roadies , que era um sapato simples e de uso diário, ajudou a marca a ganhar destaque em meados dos anos 90. As inovações da empresa para corredores vieram mais recentemente; A Skechers criou sua linha de tênis de corrida GOrun em 2011, e uma série de chutes notáveis ​​vieram da linha desde então.

O sucesso de corrida rápida da Skechers

A Skechers deixou claro seu compromisso com os tênis de corrida de alto desempenho com a linha leve GOrun. A empresa não estava mais fabricando calçados esportivos com os quais você pudesse correr – estava fabricando calçados específicos para corrida projetados para seus quilômetros diários. Em 2011, o quatro vezes atleta olímpico Meb Keflezighi assinou um contrato profissional com a Skechers e ajudou a empresa a refinar seu design de corrida, dando feedback detalhado sobre seus sapatos. A colaboração entre Keflezighi e Skechers levou à linha de tênis de corrida GOmeb e, em 2014, Meb venceu a Maratona de Boston usando o GOmeb Speed ​​3 .

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A linha da Skechers também inclui tênis de corrida – como o leve e rápido GOrun Razor Trail, acima.
LAKOTA GAMBIL

O mais recente em Skechers Running

A Skechers criou uma tonelada de novidades com o lançamento de sua espuma Hyper Burst no GOrun Razor 3 Hyper no final de 2018. Essencialmente, Hyper Burst é espuma de EVA que foi exposta a dióxido de carbono supercrítico (gás CO2 que é aquecido sob pressão até se transformar em Um líquido). Isso cria bolsos de formato irregular na espuma, tornando-a mais leve e elástica do que o EVA normal, mantendo sua durabilidade. Essa durabilidade também se estende às solas da Skechers, que usam borracha Goodyear de alta tração.

Você pode encontrar o mesmo conteúdo em outro formato, ou pode encontrar mais informações em seu site.

A Skechers também experimentou solas basculantes na maioria de seus modelos mais recentes. A primeira iteração desse design é chamada de M-Strike e usa uma forma de sola curvada que promove uma aterrissagem no meio do pé e uma transição rápida para o dedo do pé. A Skechers refinou esse design de rocker no Hyper Arc, que usa várias curvas ao longo da sola para rolar suavemente durante a passada – independentemente de você tocar no meio do pé ou no calcanhar. Para ainda mais propulsão, a Skechers se juntou às marcas que instalam placas de fibra de carbono em seus tênis prontos para corrida, como o GOrun Speed ​​Elite Hyper.

skechers velocidade elite
A Skechers deu um toque único à fibra de carbono usando um sistema de “winglet”. Dois pedaços de fibra de carbono em forma de banana são colocados na entressola em ambos os lados do antepé.
LAKOTA GAMBIL
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Brooke Ence fala sobre a mudança de padrões de beleza

A atleta de Crossfit Brooke Ence está quebrando o estereótipo de beleza de acordo com os padrões de Hollywood. Depois de lançar sua carreira na indústria do filme com seus papéis em “Mulher Maravilha” e “Liga da Justiça”, aos 28 anos, ela tem aparecido no carpete vermelho e em estreia de filmes – e seu físico atlético e forte não passam despercebidos. Brooke falou exclusivamente com a Life & Style sobre seus maiores objetivos de inverter os padrões de beleza e celebrar as mulheres e seus diferentes biótipos.

“Sinceramente, eu nunca pensei que haveria lugar para mim em Hollywood”, ela disse. “Então fiquei super animada, e fez sentido: o filme que eu estava fazendo se encaixava naturalmente na minha aparência.” O primeiro papel de Brooke foi de Amazona e mesmo a participação envolvendo mulheres representando guerreiras, ela notou que seu corpo crossfiteiro se destacava mesmo entre as outras estrelas. “Eu definitivamente tinha um físico mais intenso, mais duro e houve momentos durante o Mulher Maravilha que me senti muito insegura em relação a isso. Houve conversas sobre ‘Ah, ela deve usar esteroides’, portanto foi bem difícil.”
Brooke, que é atleta desde que era uma garotinha, cresceu combatendo a recriminação do seu corpo. “Eu era bulinada por ser uma “garota forte” e durante as filmagens precisei dizer a mim mesma que eu não estaria lá se eles não me quisessem. Então, independentemente do que outras atrizes ou do que as pessoas possam pensar sobre a minha aparência, ainda estou aqui. Eles me contrataram da mesma maneira que contrataram todo mundo”.
E com a seus seguidores no Instagram chegando a quase 900k, a bela loira enfrenta haters na Internet. “Há recriminação corporal em qualquer lugar. Claro que está nas mídias sociais e não apenas com as garotas consideradas “fit”, mas com meninas “gordas” e “muito magras”, está em todo lugar. São pessoas com suas opiniões pessoais, que se intitulam se consideram importantes o suficiente para compartilhá-las.”
E apesar de ter tido um aumento em celebridades mostrando suas rotinas fitness, Brooke não acha que diferentes tipos de corpo estão aparecendo o suficiente na indústria do entretenimento. “Por mais que as pessoas digam que ‘ser forte é a nova beleza’, ou seja lá o que for, só acredito vendo”,afirmou. “Sinto que posso fazer uma grande diferença no mundo para meninos e meninas, na percepção das mulheres e sobre como estar em forma não é aceito de verdade”. E no final, Brooke explicou que são as pessoas no topo da indústria do entretenimento que impedem que grandes mudanças aconteçam.
“Existe esta indústria na qual você pode fazer uma grande diferença ao trabalhar com pessoas que não tenham aquela aparência típica. Eu entendo que existe muitas formas de agir nisso, mas as pessoas optam por não agir. É como se todo mundo estivesse esperando por isso porque estão falando e dizendo ‘ser forte é bonito e blá blá blá’. Sei que vocês ficam falando isso, mas como ninguém está fazendo nada sobre o assunto? Ninguém está fazendo escolhas loucas ao selecionar pessoas em castings… Se eu ao menos não tentar fazer mais em um mundo ou em uma indústria que é diferente da qual eu estou acostumada, pode ser que funcione ou não, mas se eu nem tentar, aí é só mais uma pessoa com a capacidade de fazer uma mudança realmente positiva não fazendo nada por ficar preocupada que não dê certo.”
É, parece que ela tem razão, não acham?

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